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Antioxidantes são mesmo importantes?

A colunista e nutricionista Mari Póvoas conta sobre os antioxidantes. Será que você sabe mesmo tudo sobre eles?

Mari Póvoas treina CrossFit e exibe seu corpo em forma

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Todo mundo, especialmente pessoas que praticam algum tipo de atividade física, já ouviu falar em antioxidantes. Eles estão presentes em nossa alimentação diária, às vezes em muita, outras nem em tanta quantidade o quanto deveria. Muitos buscam suplementos com esta função mas, será que as pessoas realmente sabem o que são e para que servem os antioxidantes?

É impossível falar sobre antioxidantes sem mencionar os radicais livres, afinal de contas, eles são seu principal alvo. Os radicais livres são o resultado do nosso metabolismo. São moléculas instáveis, eletricamente carregadas, dentro das células, que podem reagir com outras moléculas como por exemplo, o DNA, e danificá-las, podendo causar a morte celular e doenças degenerativas.

Por serem resultantes de um processo constante, que é o nosso metabolismo, é impossível parar de produzir os radicais livres. Todos os dias, estas moléculas estão constantemente presentes no nosso corpo e o único meio o qual temos de combatê-los, é através do consumo de nutrientes antioxidantes, que irão se juntar aos radicais livres, destruindo-os rapidamente, caso sejam produzidos em pequena quantidade. Entretanto, existem algumas situações que podem causar a produção demasiada de radicais livres, aumentando as chances de ocorrer danos como o envelhecimento precoce e doenças como Alzheimer, mal de Parkinson, entre outras. Neste caso, pessoas expostas a estes fatores, devem se preocupar ainda mais com a ingestão de alimentos com poderes antioxidantes.

Apesar de serem mais apontados por fazerem mais mal do que bem, os radicais livres são importantes para nós em alguns aspectos, por exemplo, são usados por nossas células imunológicas para matar bactérias que tentam nos infectar. Entretanto, é importante que haja um equilíbrio entre as quantidades de radicais livres e antioxidantes em nosso organism, pois a partir do momento em que esse equilíbrio passa a ficar descompensado, aí é que as coisas começam a dar errado. Quando o número de moléculas de radicais livres ultrapassa o de antioxidantes, podemos começar a entrar em um estado chamado de estresse oxidativo. O que isso quer dizer? Bom, a partir daí, muitas moléculas importantíssimas são severamente danificadas, podendo levar a morte celular.

Muitos fatores de estresse e hábitos do dia a dia podem levar nosso corpo a produzir uma grande quantidade de radicais livres, como por exemplo:

Ingestão de álcool

Fumo

Poluição

Altos níveis de açúcar sanguíneo

Alto consumo de ácidos graxos poliinsaturados

Muita exposição ao sol (Radiação)

Infecção por fungo, bactéria ou vírus

Exercícios físicos muito intensos e prolongados

Alta ingestão de ferro, zinco, magnésio e cobre

Consumo excessivo de antioxidantes

Deficiência de antioxidantes

Pouca oxigenação sanguínea

Muita oxigenação sanguínea

Os antioxidantes são essenciais para a nossa sobrevivência. Como foi dito anteriormente, sem eles, nosso organismo entraria em um completo estado de desequilíbrio, sendo seriamente atacado por uma quantidade de radicais livres tão grande, que todos os nossos tecidos seriam seriamente danificados, certamente nos levando à morte.

O corpo humano tem a capacidade de produzir seus próprios antioxidantes, como por exemplo, a glutationa. Aliás, todos os seres vivos sendo plantas ou animais, tem seu mecanismo próprio de combate aos radicais livres e estresse oxidativo, por isso, todos os tipos de alimentos, de origem vegetal e animal, possui uma certa quantidade de antioxidantes.

É importantissimo para nós, que tenhamos uma alimentação variada, pois, desta forma, teremos acesso não só a vários tipos diferentes de nutrientes, mas também a uma imensa variedade de diferentes tipos de antioxidantes.

Alguns alimentos têm maior quantidade de antioxidantes que outros. Geralmente, alimentos de origem vegetal são mais ricos nesta substância, enquanto que os de origem animal possuem em menor quantidade. Frutas vermelhas, cítricas, café e chá verde, parecem ser as maiores fontes de antioxidantes disponíveis.

Apesar da grande variedade e diferentes tipos, os antioxidantes podem ser divididos em dois grupos: hidrosolúveis ou solúveis em água e liposolúveis ou solúveis em gordura. Os hidrosolúveis agem nos fluídos intra (dentro) e extra (fora) celulares, já os liposolúveis agem nas membranas celulares.

Cada antioxidante é muito importante, entretanto, alguns tipos os quais se destacam  por terem o poder de eliminar os radicais livres, além de possuírem outras funções muito importantes no nosso organismo, as quais não estão relacionadas com seu poder antioxidante.Mas, vejamos exemplos de antioxidantes encontrados em alimentos corriqueiros na nossa alimentação diária, quer dizer, pelo menos deveriam ser, considerando que nem todo mundo tem uma dieta com densidade nutricional adequada, são eles:

Vitamina C: Um dos antioxidantes hidrosolúveis mais importantes. Protege contra os efeitos da radiação e de medicamentos, além de ter papel protetor contra o desenvolvimento de tumores.

Vitamina E: Principal antioxidante liposolúvel, possui papel de destaque na proteção contra os danos causados pelo estresse oxidativo. É apontado como a responsável por impedir danos causados pelos radicais livres em relação a doenças como catarata e artrite.

Vitamina A: Apontada como grande protetora contra certos tipos de câncer como, mama, estômago, pele e bexiga.

Flavonóides: São um vasto grupo de antioxidantes de fonte vegetal. Protetores do nosso sistema cardiovascular, são os responsáveis por fazer uma “limpeza”em nosso organismo, eliminando os radicais livres. O principal flavonóide presente na nossa dieta é o Licopeno, conhecido por sua ação preventiva contra vários tipos de câncer.

Agora nós temos mais um motivo para dar prioridade para uma alimentação variada, fresca e saudável. Aquela velha história de fazer pratos coloridos, variar nas frutas, verduras e legumes, tem um motivo que não apenas para deixar a refeição visualmente mais atraente. Os riscos de uma alimentação pobre, monótona e baseada em alimentos processados industrializados, priva nosso organismo de receber diariamente, uma quantidade enorme de macro e micronutrientes entre outras substâncias as quais só conseguimos ter acesso a partir de uma dieta saudável. O consumo de “comida de verdade” é essencial para manter o equilíbrio do nosso corpo, oferecendo os nutrientes e substâncias necessárias para o seu bom funcionamento, a manutenção  do peso e da nossa saúde. Um corpo em desequilíbrio é mais propenso a ganho de peso gordo, perda de massa magra, dificuldade de manutenção das funções orgânicas normais e, claro, desenvolvimento de inúmeras doenças a curto e longo prazo.

Fonte: Mari Póvoas e Bom Corpo.

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