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Overreaching: o que é e como evitar

O overreaching diz respeito a um estado mais ameno, porém com sintomas muito parecidos com o do overtraining.

Como evitar este quadro:

Quem treina há mais tempo já deve ter passado por uma situação parecida: você treina, sente-se cansado e os resultados não aparecem, não há melhora nas cargas, mesmo com uma alimentação adequada. Você passa uma ou duas semanas sem treinar. Ao retornar, você acha que perdeu desempenho e ao retornar ao treino, consegue sentir um desempenho melhor do que antes e os resultados voltam a aparecer. É óbvio que existem milhares de casos, mas provavelmente você passou por um quadro de overreaching.

Esse problema é um quadro bastante comum e que, com uma recuperação planejada, pode facilmente ser revertido. Durante muito tempo ele foi tido como um problema para atletas, mas cada vez mais existem pessoas comuns, que treinam para fins não competitivos, que vem sofrendo desta síndrome. O maior problema do Overreaching é que se ele não for devidamente tratado pode vir a ocasionar um estado de overtraining, que vai demorar muito mais tempo de recuperação.

Overreaching e a fadiga

A fadiga aguda a medida que a função muscular vai sendo deteriorada durante séries de exercícios sub máximos prolongados, o recrutamento adicional de unidades motoras (UM), irá buscar manter a produção de força que é necessária para o desempenho de tal atividade. Ao contrário, em um exercício explosivo, que ativa praticamente todas as UM, uma redução na atividade neural acompanha a fadiga. A atividade nervosa reduzida apoia o argumento de que ocorrendo uma falha na transmissão neural, é a responsável pela fadiga no esforço máximo. O conceito de overreaching, apesar de agudo, está diretamente ligado à fadiga central.

Fadiga Periférica

Inúmeros estudos comprovam que grupamento muscular, desenvolve fadiga quando é exposto a contrações musculares repetidas, com uma sobrecarga tensional. A nível periférico, a fadiga tem razões variadas, que podem ocorrer devido a ocorrência de alguma falha dos diversos mecanismos que são responsáveis pela contração muscular. A fadiga periférica é visível em quem treina buscando a falha concêntrica, que é o principal sinal desta.

Fadiga Central

A fadiga central é muito mais complexa e pode estar atrelada a inúmeros aspectos. Basicamente, ela tem como principal causa uma fase avançada de sobretreino. Desta maneira, há um desequilíbrio entre as ações de excitação e inibição a nível hipotalâmico. Basicamente, mesmo após o tempo de regeneração das reservas metabólicas, temos um rendimento abaixo do normal e esperado.

O estado de overreaching e de overtraining tem como causa inicial a fadiga central. Os sintomas de overreaching são os mesmos do overtraining, porém em menor intensidade.

É importante salientar que, por ser uma síndrome, você precisa apresentar pelo menos 4 destes sintomas citados para poder ser diagnosticado com overtraining ou overreaching.

Como evitar o overreaching

Por ser uma síndrome que tem como princípio a atividade nervosa, diversos fatores atuam para que este estado ocorra e, desta maneira, a prevenção também passa por inúmeros fatores. Sem sombra de dúvidas, o planejamento é a primeira delas. Só entra em overreaching quem não oferece a recuperação necessária para seu corpo. Não falo aqui apenas de descanso entre as sessões, entre treinos de determinados grupamentos.

No treinamento esportivo, uma das maneiras de se evitar o overreaching é usar, na periodização, o que chamamos de fase de polimento ou ainda de taper. Nesta fase, ocorre uma redução do volume de treinamento, previamente estabelecido, de no mínimo 50%. Desta maneira, temos uma manutenção da forma conquistada e o corpo consegue se recuperar.

Aplicando isto a musculação, teremos algumas semanas, divididas e devidamente distribuídas pelo período de treinamento (que pode ser anual ou semestral) onde se diminui o treinamento pela metade e desta maneira ocorre uma recuperação ativa. Existem várias estratégias para isto, que devem ser pensadas de acordo com as necessidades de cada um.

Outro fator para se evitar o overreaching é a alimentação. Se o corpo não tem os nutrientes que precisa para que ocorra a síntese protéica e a supercompensação, o corpo não se regenera entre um treino e outro e desta maneira, entra em estado de overreaching. Nos períodos de taper (polimento) é muito importante que a ingestão de nutrientes seja tão boa ou até melhor do que nas fases de treinamento, para que ocorra a supercompensação e o desenvolvimento aconteça.

De maneira geral, pessoas que já tenham mais de seis meses de treinamento e que o tenham planejado e bem estruturado, já podem pensar em utilizar fases de polimento, pois ela é muito importante, não apenas para evitar o overreaching e consequentemente o overtraining, como também para que o desenvolvimento não fique estacionado.

Seu treinamento tem de ser planejado, pensado de acordo com as individualidades de cada um e sempre monitorado e pensado por um profissional.

Fonte: Treino Mestre com adaptação Bom Corpo.

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